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O livro, pioneiro, tem uma proposta audaciosa: alçar os games ao status de arte. Para o desafio, o autor Arthur Bobany - um gamemaníaco de carteirinha - debruçou-se sobre o assunto e, num levantamento detalhado, traça um fascinante painel do desenvolvimento dos jogos e de sua inclusão na sociedade moderna. Para Bobany, os games, assim como outras formas de representação artística, espelham e reinventam hábitos, nos ajudam a repensar o mundo à nossa volta e conhecer melhor nossos próprios anseios. Em meio a esta apaixonada defesa, o leitor tem a chance de mergulhar no universo dos jogos, conhecer os principais títulos, as suas estapas de produção e dimensionar o verdadeiro leque de profissionais envolvidos em todo essa indústria, inclusive os designers, cujo papel é fundamental na etapa de criação. Videogame arte aborda ainda aspectos como roteiro, narrativa, protagonistas, antagonistas, cenário e inovação, ricamente ilustrado com artes conceituais e renderings dos mais conhecidos games do mercado. Com apoio da empresa AMD, o livro conta também com a colaboração de importantes nomes da área, em quatro artigos: Paulo Andrade, Daniel Mafra, o professor Esteban Walter Gonzalez e a professora Maria das Graças Chagas. Segundo o autor: “Talvez seja o fato de os games terem sua origem como um passatempo, uma brincadeira para adolescentes, que nos cause estranheza. Por isso, relutamos em aceitá-los como forma de arte institucionalizada. De fato, os games possuem uma singularidade na sua interatividade, pois passamos de meros espectadores a agentes ativos dentro da obra. É a interatividade que faz formas de arte tradicionais, quando retratadas dentro de um game, sofrerem alterações na maneira que são acessadas e interpretadas”. Confira o conteúdo exclusivo e mais informações em http://www.novasideias.com.br/games
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