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História do design gráfico, de Phillip Meggs (19422002), é o maior e mais ambicioso lançamento da Cosac Naify na área. Referência obrigatória para estudiosos e profissionais desde sua primeira edição, em 1983, é o registro histórico mais abrangente já produzido sobre o assunto. Em edição revisada e atualizada pelo historiador e designer Alston W. Purvis, os 24 capítulos fartamente ilustrados por 1300 imagens comentadas, que se estendem por mais de 700 páginas, percorrem com fluidez, clareza e rigor o vasto arco da comunicação através de meios visuais que vai da pré-história à era da informação, analisando a produção de seus protagonistas mais relevantes.
O livro divide-se em cinco partes, que tratam de períodos de tempo progressivamente mais curtos e adensados. “Prólogo ao Design gráfico” parte dos primeiros sinais produzidos pelo homem, passando pela invenção da escrita e das primeiras técnicas gráficas e chegando aos manuscritos iluminados que permaneceram em produção até o século XV.
“Um renascimento impresso” relata a chegada das técnicas orientais de impressão à Europa e a revolução causada pela transformação que sofreram nas mãos de visionários como Gutenberg, espalhando-se pela Itália, França, Holanda, Inglaterra e Espanha e produzindo lances de verdadeira genialidade tipográfica ao longo de mais de quatro séculos.
“A ponte para o século XX” trata das transformações e conflitos impostos pela Revolução Industrial, num cenário convulsionado por invenções como a fotografia, a litografia offset e a composição mecânica, de um lado, e pelos movimentos Arts & Crafts e Art Nouveau, de outro. “O período modernista” traça o percurso que leva dos cubistas, futuristas e dadaístas à depuração formal, produtiva e ideológica que encontrou na Bauhaus a síntese de suas intenções, migrando por força da guerra para o cenário fortemente comercial dos EUA.
Fechando o volume, “A era da informação” abre o leque de desdobramentos do modernismo, dos representantes da escola suíça e dos grandes sistemas de identidade corporativa aos dissensos do Design pós-moderno e à revolução digital.
Embora o espectro coberto por História do design gráfico seja verdadeiramente monumental, seu discurso é construído com relatos e exemplos sucintos e cuidadosamente selecionados, prestando-se tanto à pesquisa conceitual como à investigação factual e de repertório. Uma extensa bibliografia dividida por capítulos facilita o aprofundamento dos temas abordados.
A edição brasileira, integralmente redesenhada por Elaine Ramos e Maria Carolina Sampaio, incorporou melhorias das recentes edições norte-americanas (tais como os esclarecedores infográficos cronológico-temáticos que cruzam os conteúdos dos capítulos nas aberturas de cada parte do livro) e incluiu uma abrangente revisão qualitativa das imagens reproduzidas, resultando numa publicação que, além de indispensável, chega ao mercado nacional amadurecida e enriquecida.
Formato: 21,5x25,5cm
Nº de páginas: 720
Ano de publicação: 2009
Edição: 1ª
Especificações gráficas
Acabamento: Capa-dura
Cores do miolo: 4/4
Papel do miolo: couché
Cores da capa:
Reflexão na contingência
"Ainda nos anos 1980, neste livro encontrei a base para pensar teoricamente o campo do Design Gráfico. Como o pouco existe de absoluto nessa atividade - tudo é contingente -, é na História que se encontram os recursos para uma reflexão aprofundada sobre o que fazemos. Nada foi tão sistematizado e interessante, como continua sendo, quanto o magnífico livro de Philip Meggs."
João de Souza Leite, designer, pesquisador e professor (ESDI/UERJ e PUC-Rio)
Critério e generosidade
"História do design gráfico se tornou a obra de mais alto nível na área. Embora nenhum livro que se dedicasse a um objeto tão vasto pudesse ser compreensível, Meggs conseguiu incluir os mais inovadores e relevantes exemplos através das décadas. Meggs é um historiador criterioso e dono de uma atitude generosa para com os que atuam neste campo - qualidades que fazem deste um livro essencial para estudantes e profissionais."
Milton Glaser, designer norte-americano que por vinte anos dirigiu, ao lado de Chwast, o estúdio Push Pin, uma referência na área
Livro de cabeceira
"História do design gráfico é um ícone na bibliografia da área desde o seu lançamento porque foi um dos primeiros livros a expandir o recorte histórico do Design Gráfico e a abranger todo o arco da comunicação humana por meios visuais, desde a pré-história. Também porque fez isso de forma exemplar, com um repertório incrivelmente abundante e uma precisa seleção dos assuntos, que são tratados com clareza e concisão. Todo designer Gráfico trabalha entre as tensões impostas pelas realizações da tradição e as possibilidades do novo. Nesse sentido, História do design gráfico é uma das grandes referências disponíveis para consulta e deve virar livro de cabeceira para muita gente."
André Stolarski, designer, tradutor de Elementos do estilo tipográfico - versão 3.0 e organizador de Alexandre Wollner e a formação do Design moderno no Brasil
Para enriquecer o repertório
"Como educadora da área de Design Gráfico considero que a chave para um bom ensino é enriquecer o repertório Gráfico conceitual do aluno, base para a concepção de ideias. O pensamento conceitual, por sua vez, está ligado a um amplo entendimento da História do design, pois sabemos que as influências históricas, os movimentos, as rupturas causam impacto até hoje sobre nós. O livro de Meggs apresenta uma consistente leitura do Design no seu contexto histórico, revelando as inovações na tecnologia e na linguagem, primordial para o ensino e para a prática profissional."
Regina Cunha Wilke, arquiteta, pesquisadora e coordenadora da pós-graduação em Design Gráfico do Centro Universitário Senac
Tradição e inovação
"Em toda a minha vida, Meggs foi a primeira pessoa que ouvi discorrer sobre a História do design de uma forma que unia o presente e o passado de modo fluido, caloroso e elegante [...]. Ele me fez sentir parte de um movimento de minha época, e não apenas uma profissional irrelevante produzindo coisas triviais para corporações burocráticas."
Paula Scher, designer gráfica norte-americana, integrante da agência Pentagram
Olá Erick, O livro é realmente em Português. Receberemos mais exemplares nos próximos dias. Se desejar, solicite um aviso de disponibilidade, na própria página do livro.
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