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Marca:André Villas-Boas
Disponibilidade:Em estoque
Uma das obras mais citadas de André Villas-Boas ele mesmo uma das principais referências brasileiras do pensamento crítico sobre design , Identidade e cultura tornou-se fonte obrigatória para as investigações sobre a localização do design gráfico na dinâmica da cultura, especialmente nos países periféricos.
Alteridade, hibridação e dessemantização, culturas de classe e subjetivação, efemeridade, autonomia projetual, interdisciplinaridade, dependência póscolonial, relações de poder na academia, subculturas e cânones são alguns dos temas explorados por Identidade e cultura. Sua releitura da clássica noção de identidade nacional revitalizou a questão, trazendo-a de volta ao debate sob novos parâmetros. Da mesma forma, a vigorosa reflexão do autor sobre a possibilidade de uma teoria crítica originalmente autóctone e os fundamentos para a autonomização do campo do design passaram definitivamente a pautar nossa agenda de discussões.
Não se trata, entretanto, de um mero passeio por pontos-chave da contemporaneidade. Mais do que isso, a obra tem um propósito claro: enfrentar as arestas que dificultam a alocação do design gráfico como atividade produtiva estratégica para o desenvolvimento nacional autosustentável e para o reposicionamento dos países periféricos na divisão internacional do trabalho no que tange à produção acadêmica, inclusive.
Os três novos textos acrescentados a esta edição dois capítulos e um anexo avançam nas questões ligadas à identidade periférica e consolidam Identidade e cultura, ao lado de Utopia e disciplina, como leitura essencial para o contato conseqüente com a influente abordagem de André Villas-Boas.
Formato: 14x21cm
Nº de páginas: 176
Ano de publicação: 2009
Edição: 2ª
Especificações gráficas
Acabamento: Brochura com orelhas, Verniz UV, laminação fosca
Cores do miolo: 1/1
Papel do miolo: offset
Cores da capa: 2/0
PARTE 1 - OS ESTUDOS CULTURAIS COMO FERRAMENTA DE ANÁLISE
DESIGN GRÁFICO E ESTUDOS CULTURAIS
A RECONFIGURAÇÃO NA PERIFERIA
CULTURA
O DESIGN GRÁFICO COMO SINALIZADOR DO ESPAÇO-TEMPO
INTERDISCIPLINARIDADE
INTERDISCIPLINARIDADE NÃO SIGNIFICA AMORFIA DISCIPLINAR
LEGITIMIDADE
CULTURAS DE CLASSE
PRIMEIRO PROBLEMA: A CULTURA É DINÂMICA, E NÃO ESQUEMÁTICA
SEGUNDO PROBLEMA: O DESIGN GRÁFICO NÃO PRODUZ MERCADORIAS CULTURAIS
SAINDO DOS PROBLEMAS: A EFEMERIDADE TAMBÉM LEGITIMA
IDENTIDADE, NAÇÃO E DESIGN GRÁFICO
RAZÕES DA ATUALIDADE DA QUESTÃO
A INVENÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL
O SENTIDO DA CULTURA
O DESLOCAMENTO NO ESPAÇO E NO TEMPO
A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE
PARTE 2 - IDENTIDADE NACIONAL
IDENTIDADE NACIONAL: ESTRATÉGIA PARA A AUTONOMIA DO CAMPO
AS VANTAGENS DO PRAGMATISMO
UM PROGRAMA TÁTICO
OTIMISMO
A AUTONOMIA PROJETUAL
LINGUAGEM SUPRANACIONAL
NACIONALIDADES COMO CONSTRUÇÕES RESTRITIVAS
O CAMINHO NÃO É A VISUALIDADE
O CONCEITO DE AUTONOMIA PROJETUAL
X-DESIGN: TODO O PODER À PERIFERIA
SUBCULTURA: IDENTIDADE, CAPITAL E CÂNONE
SUBCULTURAS
OS MARCOS DA CRISE IDENTITÁRIA
SUBCULTURAS E AS SUBVERSÕES AOS CÂNONES
O PERCURSO DAS TENDÊNCIAS NÃO CANÔNICAS CONTEMPORÂNEAS
PARTE 3 - IDENTIDADE PERIFÉRICA
ISOLATION
COMPAIXÃO AOS BASTARDOS
SOBRE A EFETIVIDADE DE UMA TEORIA DO DESIGN A PARTIR DAS SOCIEDADES PERIFÉRICAS
BIBLIOGRAFIA