Impresso no Brasil 1808-1930

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Organizado por Rafael Cardoso.

Marca:Verso Brasil

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  • Descrição

    Livro sobre a história dos impressos no Brasil, desde a chegada da família real até as primeiras décadas do século 20, com base no acervo da Biblioteca Nacional. A partir de um panorama histórico de livros, jornais, revistas, estampas e efêmeros, o volume aborda a evolução da arte gráfica no Brasil e o surgimento de identidades e linguagens locais. Fartamente ilustrado com 320 imagens.Org. Rafael CardosoArtigos: Isabel Lustosa, Joaquim Marçal, Lúcia Garcia e Rafael Cardoso
  • Sobre o Autor

    Rafael Cardoso é escritor e historiador da arte. Entre os seus principais trabalhos de não-ficção estão os livros: A arte brasileira em 25 quadros (1790-1930) (Record, 2008), O design brasileiro antes do design: Aspectos da história gráfica, 1870-1960 (Cosac Naify, 2005), Uma introdução à história do design (Blücher, 2008, 3.ed.) e Art and the Academy in the Nineteenth Century (Manchester UP & Rutgers UP, 2000). Na ficção, sua produção inclui os livros Entre as mulheres (2007), Controle remoto (2002) e À maneira negra (2000), todos pela editora Record. PhD em história da arte pelo Courtauld Institute of Art/Universidade de Londres, atua como professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e também como curador e perito judicial.

    Isabel Lustosa é historiadora, ensaísta e escritora. Pesquisadora da Fundação Casa de Rui Barbosa e doutora em Ciência Política pelo Iuperj, é especialista em história da imprensa e da caricatura brasileira. Dentre as suas publicações, destacam-se Histórias de Presidentes – a República no Catete (Vozes, 1989); Brasil pelo método confuso – Humor e boêmia em Mendes Fradique (Bertrand Brasil, 1993); Insultos Impressos – A guerra dos jornalistas na Independência (1821-1823) (Cia. das Letras, 2000), O nascimento da imprensa brasileira (Jorge Zahar, 2003); e é coeditora, junto com Alberto Dines, da edição facsimilar do Correio Braziliense (1808-1822) (29 volumes, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2002/2003).

    Joaquim Marçal Ferreira de Andrade é designer, fotógrafo e pesquisador. Mestre em design pela PUC-Rio e doutorando em história social pelo IFCS/UFRJ, trabalha na Fundação Biblioteca Nacional, onde implantou um núcleo de design em 1982. Idealizou e coordenou o Profoto, projeto de resgate do acervo fotográfico – no qual se destaca a coleção doada pelo imperador D. Pedro II em 1891, hoje inscrita no programa Memória do Mundo, da Unesco. É professor de fotografia do Departamento de Artes & Design da PUC-Rio e autor do livro História da fotorreportagem no Brasil – a fotografia na imprensa do Rio de Janeiro de 1839 a 1900 (Campus, 2004)

    Lúcia Garcia é historiadora e pesquisadora. Doutoranda e mestre em História Política dedicou-se aos estudos sobre o período joanino e a História da imprensa e dos intelectuais do Império no Brasil. Foi consultora da Comissão para as comemorações do bicentenário da chegada de D. João ao Rio de Janeiro / Prefeitura do Rio (2006-2008), e é coautora de Registros escravos: documentos oitocentistas na Biblioteca Nacional (Fundação Biblioteca Nacional, 2006), com Lilia Moritz Schwarcz.