O clube do filme

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De David Gilmour.

Marca:Intrínseca

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  • Descrição

    Eram tempos difíceis para David Gilmour: sem trabalho fixo, com o dinheiro contado e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. O autor, diante da falência, da desorientação e da infelicidade do filho-problema, faz uma oferta fora dos padrões: o garoto poderia sair da escola – e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel – desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos por ele, o pai.

    A aposta diferente resultou no clube do filme. Semana a semana, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do Cinema: de A Doce Vida (o clássico de Federico Fellini) a Instinto Selvagem (o thriller sensual estrelado por Sharon Stone); de Os Reis do Iê, Iê, Iê (hit cinematográfico da Beatlemania) a O Iluminado (interpretação primorosa da Jack Nicholson, dirigido por Stanley Kubrick); de O Poderoso Chefão (um dos integrantes das listas de "melhores filmes de todos os tempos") a Amores Expressos (cult romântico e contemporâneo do coreano Wong KarWay).

    David Gilmour, crítico de Cinema e escritor premiado, oferece uma percepção singular sobre filmes, roteiros, diretores e atores inesquecíveis ao relatar essa vivência com olho clínico e muita sinceridade. E emociona ao mostrar aos leitores a descoberta da vida adulta pelos olhos de um jovem e os dilemas da adolescência administrados por um pai muito presente.

  • Especificações

    Formato: 14x21cm
    Nº de páginas: 240
    Ano de publicação: 2009
    Edição:

    Especificações gráficas

    Acabamento: Brochura com orelhas, laminação fosca, verniz UV
    Cores do miolo: 1/1
    Papel do miolo: polen
    Cores da capa: 4/0

  • Saiu na Midia

    The New York Times

    “É um relato sincero sobre como é difícil crescer, como é difícil ver alguém crescer, e como no meio da raiva e da desordem de uma família não há nada tão bem-vindo quanto um filme.”

    Publishers Weekly

    “Gilmour lida habilmente com a nostalgia não só do Cinema, mas também dos pais, que assistem ao crescimento de seus filhos e ao desenvolvimento de vidas independentes.”

    Newsweek

    “O que surge para o leitor é um belo retrato de pais e filhos, sem retoque — com imperfeições, parcial, repleto de mágoa e afeição.”


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